sábado, 29 de maio de 2010

Blog Olha onde a favela chegou entrevistou o Grupo Fase Ideológica .



Salve Família! Tudo na Paz? Peço desculpas a todos por alguns atrasos nas postagens, mas infelizmente tive um  contra tempo com o fornecimento de minha net mas agora está tudo beleza e estamos voltando a todo vapor Sacá só:

 Grupo de rap da Família STN, o Fase Ideológica, concedeu uma entrevista ao Blog: Olha Onde a Favela Chegou, nos contou sobre os planos para 2010, da experiência de cantar com os parceiros da NósPegaeFaz de Minas Gerais, das parcerias com grupos de outros estados e muito mais. Conferei ai … 


Olha Onde a Favela Chegou- Salve rapaziada, tudo certo? Porque Fase Ideólogica, de onde surgiu a inspiração/idéia para esse nome?
Fase Ideológica diz: Bom, só pra explicar certo!
Fase: Peirodo, processo ;
Ideólogia: Uma idéia ,um ideal que escolhemos para defender.
se somos um grupo, não é só uma cabeça que pensa, são várias, se essas várias cabeças seguem essas idéias, tem o memso ideal, daí “Ideólogica”.
O grupo passou por vários processos de troca de integrantes, um periódo chato mas construtivo, pois entre este processo surgiram muitas criticas negativas, pensamentos destrutivos que passamos, dái”Fase”.
Agora a fase é de crescimento, amadurecimento e conquistas…

Olha Onde a Favela Chegou- Como foi que essa galera entrou no rap, teve influência de alguém, contem um pouco da caminhada de vocês?

Bruno diz: No grupo tem 3 irmãos, então conhecemos o Rap na mesma época, lá em São Paulo, quando escutavamos o grupo RZO,depois veio o Racionais ,De Menos Crime e ai por diante foi só Rap em casa com fitas K-7 e os horários na rádio 102 FM, o famoso Espaço Rap. Ao retornar para Salvador, o Rap estava surgindo com Racionais, até então só eramos ouvintes, em 2002, o movimento estava começando nos bairros próximos, daí em 2008 firmamos com Fase Ideólogica, com o incetivo de e Jorge Bala (Depoimento Criminal) e a primeira oportunidade no Boca do Rap com o Grupo A Febre.

Elias diz: A primeira vez foi em um Lava-Jato, tava rolando Racionais, a música Sobrevivendo no Inferno e daí por diante fui pesquisando outros grupos desde então, mim encontro no mesmo caminho fazendo a música Rap.

Dj Tubara diz: Desde 1999, comecei a conhecer o Rap, quando assistir o clip “Diário de um Detento”  do Racionais Mc´s, tava em uma fase muito loka na minha vida, daí comeceia enxergar a vida de outra forma e a valorizar tudo aquilo que tenho na minha vida, a família principalmente.Daí em 2003 comecei curtindo os grupos de Rap da minha quebrada. Aí então vim conhecendo o Rap e vi o único meio de desabafo das favelas brasileiras e de conscientização de todos.
Olha Onde a Favela Chegou- O que vem a ser o núcleo de Hip Hop Família STN?

Fase Ideológica Diz :Somos uma Família que trabalhamos com conhecimentos,  não só de grupos que vem completando a Família, mas sim de todos que fazem a música Rap acontecer com profissionalismo, trabalhamos com projetos de eventos, reuniões, debates, pesquisas e divulgações com quem seja do Movimento Hip Hop ou fortalecendo o Movimento, como os B. Boys, bandas de Rock, de Reggae e outros artistas que tenham trabalho para mostrar.
Olha Onde a Favela Chegou- O grupo passou por algumas formações desde seu início até hoje. Qual a formação atual do grupo?

Fase Ideológica Diz :Passamos por algumas formações sim. Já tivemos duas Mc´s, a Géssica, logo no começodo grupo.
Depois veio a Mc Nana, tivemos também o Mc Sandro, conhecido como Alex Beck, também no começo, foi uma verdadeira fase em nova Fase, mas a formação atual que se encontra são os Mc´s: Bruno Carcará,Elias Pé na Porta,Tácio T3, Danilo Facto e Rubem, o DJ Tubara … é nós Fase Ideólogica.

Olha Onde a Favela Chegou- Como surgiu essa parceira da Família STN com a NósPegaeFaz?

Bruno diz: Com a ajuda da internet podemos conhecer quem agente quiser, né? (Rsrsrsrsrs), mas não foi só isso, foi atrvés de troca de trabalhose reconhecimento valorizados de ambas as partes, reconheceram que somos de fazer algo acontecer, trabalhos, divulgações e independente disso todas as amizades que conquistamos deles e eles da gente, no meio de nós, somos todos irmãos. Salve a todos de Minas Gerais … Família NosPegaeFaz.
Olha Onde a Favela Chegou- Como foi para o grupo essa recente experiência de cantar em Minas Gerais a convite da NósPegaeFaz?

Fase Ideológica Diz : Desde já para o nosso curriculo, ganhamos váriosconhecimentos com grupos mais antigos, como Sem Meia Verdade, Crime Verba, Elemento S., Sinistro do 9 MM. De São Paulo e Mano Brown (Racionais) e Helião (RZO).
Todos esse grupos passaram muitas idéias construtivas pra gente, muita paciência de todos eles de está passando coisas boas para o grupo e também a oportunidade de está passando e mostrando o nosso trabalho pra eles, tivemos também a oportunidade de está aaprendendo várias coisas com a produção Jussara Santana e Kamphel Thawá e a satisfação de ter o nosso trabalho reconhecido pela Família NosPegaEfaz, e que independente de sermos da Família NPF, eles valorizam o nosso trabalho musical.

Olha Onde a Favela Chegou- Pelo que vocês puderam notar nessa passagem por Minas Gerais, como anda a cena por lá, o Hip Hop lá é valorizado?

Fase Ideológica Diz :Valorizado e reconhecido por muitos, lá mesmo onde foi o nosso show, públicos de vários estilos musicais, tinha o Reggae, vários roquerios presentes, moradores dos bairros chegaram junto mesmo para prestigiar o evento e sem falar que no Movimento Hip Hop são 4 elementos, e lá eles são bem unidos, um respeita o outro, com direito a jornais, rádios e entrevistas de blog´s.

Olha Onde a Favela Chegou- Dos grupos de lá, quais vocês destacariam?
 
Fase Ideológica Diz :Detacariamos todos os grupos que fazem parte da Família NósPegaeFaz, pois o tempo que passamos lá deu para perceber a organização que cada um tinha com as suas funções, todos estão de parabéns.

Olha Onde a Favela Chegou-Vocês pretendem aplicar na Família STN as experiências adquiridas por lá?

Bruno diz: Um dos integrantes da NósPegaeFaz, o Blitz teve conversando comigo sobre isso do STN está promovendo esses projetos aqui na Bahia, mas o STN não é só o Fase Ideólogica, temos que ter ajuda dos integrantes e de outros apoios, tem alguns membros da Família que acham que a Família é só divulgações. Então vamos estar na espera de que acordem e levem a sério ou agente faz com quem já estar acordado, memso porque aqui  NósPegaeFaz.

Olha Onde a Favela Chegou-Vocês tem conexões com grupos de outros estados além de Minas Gerais, se tem quais são?

Fase Ideológica Diz : Salve, salve João Bazilio, diretamente de São Paulo, e os grupos Conhecimento Fundamental e Bela Dona, diretamente de Brasília-DF é NósPegaeFaz.
  
Olha Onde a Favela Chegou- Quais são as influências músicais do grupo, e o que cada um costuma escutar?

Fase Ideológica Diz : Escutamos músicas boas que tenham conteúdo, como MPB, Rock, Reggae, Samba carioca, Jazz Bossa Nova. Dentro do Rap, estilos mais criativos e ousados que diferenciem o seu som como levadas rápidas e vocais diferenciados como caracteristicas de cada grupo.



Olha Onde a Favela Chegou- O fato do grupo ter chamado o parceiro Danilo da Banda de rock Act Of Revenge para fazer participação em algumas músicas, vocês acham que isso enriqueceu a sonoridade do Fase Ideólogica?

Fase Ideológica Diz : Nós não falamos só que enriquecemos ,falamos que fez total diferença e deve sim continuar enriquecendo, mais e mais, pois o Fase vai ter uma sonoridade bem mais eclética devida às sua influências.
Olha Onde a Favela Chegou-O grupo pretende gravar o CD ainda nesse ano de 2010?

Fase Ideológica Diz:Não, não. É muito bom ter o material em mãos, mais achamos melhor não gravar esse ano, pois estamos em processo de experimentos.

Olha Onde a Favela Chegou- Sabemos que no carnaval existe uma diversidade de sons muito grande, por tanto é uma festa muita eclética, mas que também não está assim tão familiarizada com o rap. Como foi a receptividade do público com o som de vocês?

Fase Ideólogica Diz: Apesar de ter sido a primeira vez em um circuito tradicional do carnaval, não foi uma recepção como o axé e o pagode, mas foi positivo do nosso ponto de vista.
Olha Onde a Favela Chegou- Na opinião de vocês o Rap chegou para ficar no carnaval, ou foi só uma experiência?

Fase Ideológica Diz : Sempre a espaço para todos os estilos musicais, não vamos dizer que chegou pra ficar, mas chegamos com o pé direito, não só agente, como também o bloco Aspiral do Reggae que teve a iniciativa e ousadia de colocar o Rap em um bloco de Reggae.
Olha Onde a Favela Chegou- Ainda sobre o carnaval, vocês são a favor do Rap em um circuito paralelo, semelhante ao que vem sendo utilizado no Rock (Palco do Rock), ou são a favor do Rap nos circuitos tradicionais?

Fase Ideológica Diz : Seria positivo nas duas opções, pois só assim a Bahia lá fora não seria conhecida só como a terra do axé e do pagode.
 Olha Onde a Favela Chegou- Agente sabe que o cotidiano de quem vive na periferia é difícil, mas que também temos momentos de lazer e de descontração. Qual a opinião de vocês sobre grupos que só falam de violência, retratando só o lado ruim das periferias?
 Cada um tem o livre-arbítrio para expressar o seu cotidiano e de sua comunidade da forma que achar melhor. Particularmente não gostamos de relembrar fatos negativos que vivemos no nosso dia a dia, independente da nossa realidade, o mundo é grande e existe muitas belezas que infelizmente não damos valor e deixamos de apreciar.

Olha Onde a Favela Chegou- Porque vocês acham que tem tão poucas mulheres no rap?

Fase Ideológica Diz : Primeiro por falta de apoio, incentivo e foça de vontade das próprias mulheres que não se organizam entre elas para fazer a diferença no cenário local. 


Olha Onde a Favela Chegou- Sobre a cena do Hip Hop local, quais são os grupos que vocês mais destacariam?

Fase Ideológica Diz :  Não vejo nenhum ainda em destaque, pois são grupos que estão amadurecendo e concretizando um trabalho, agora apenas se divulgando a procura do seu merecido reconhecimento.

Olha Onde a Favela Chegou- Então rapaziada … façam ai às suas considerações finais, mandem um salve para a rapaziada que acompanham o trampo de vocês e deixem os contatos do grupo.

Fase Ideológica Diz :Salve, salve o nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa mãe Lindomar, mãe do Fase, a toda rapa de Narandiba que está sempre com agente, a toda Família da NósPegaeFaz e da Família STN, João Bazilio (JB), Mano Marck, Arthur, A Família Black Clã, a toda produção de Jussara Santana e KamaphelThawá, Outra Vidda,Os caras da Freedom Soul Estúdios,Act Of Revenge, Drika, Os caras de Portão, Jorge Bala e Família,Mano Guina e aos demais que não estão mais com agente e desculpe-nos se esquecemos alguém, mas sabemos quem uitos nos querem bem.
Parabenizar os caras do Blog: Léo Morais e Paulo Brazil, que estão fazendo umas boas divulgações, não só para a Família, mas para o movimento.



Myspace FASE IDEOLÓGICA

  www.myspace.com/faseideologica  

PALCO MP3

palcomp3.com/faseideologica.

portal beiru Blog

http://www.portaldobeiru.com/

Blog: Olha Onde a Favela Chegou-

terça-feira, 25 de maio de 2010

Racionais MC's quer ser livre!



Querendo fugir do “partido” do rap, grupo prepara novo disco sem compromisso com o social

Por: Marco Tomazzoni

Lá se vão oito anos desde Nada Como Um Dia Após o Outro Dia. O último álbum de estúdio do Racionais MC’s saiu faz quase uma década e essa longa espera está prestes a terminar. O grupo de rap mais influente do país está em estúdio terminando de gravar os vocais para o disco que deve ganhar a luz do dia até o final do ano. “Muita gente cobra. Nós mesmos não aguentamos mais”, revela KL Jay, DJ do quarteto. E sabe aquela história de que o som da banda encabeçada por Mano Brown deixou de ser engajado e enveredou por um caminho diferente? É verdade.

Em entrevista ao iG, KL Jay confirmou que o Racionais está em outra era, um mundo de “homens de 40 anos”, mais maduros, preocupados em fazer música, e só. Uma prova disso é a dançante “Mulher Elétrica”, que rompe com o paradigma que o grupo havia estabelecido para o hip hop nacional, de um gênero engajado, porta-voz da periferia. A letra é romântica, quase um hino à beleza e encanto das mulheres, sem qualquer conotação degradante, tão comum nas paradas norte-americanas. Quando apareceu na Internet, há dois anos, a música sofreu preconceito por parte do público, que não sabia como reagir à mudança de rumo. Medo, talvez, de que seu ícone da resistência fosse entregar as armas. Afinal de contas, o Racionais vai virar pop, como dizem por aí?

“Devem estar com a mente travada, ficaram com aquele Racionais de 10 anos atrás na cabeça. Você passa para outro estágio, não conseguem entender onde você está e rotulam de pop, comercial”, responde KL Jay. “A gente faz e quer fazer música boa, não interessa se é pop, underground, comercial, gansgta... Tem música boa e ruim em todo lugar. Você não pode ficar preso nos rótulos. Dizem que a Rihanna é pop. Eu amo a Rihanna! Pra mim, é um puta som. Eu não sou pelo rótulo, sou pela qualidade.”

A cobrança por essa postura do passado é reflexo de uma ideologia que o próprio Racionais ajudou a criar, mas que foi radicalizada ao longo dos anos, inclusive perante a opinião pública. “A maioria não encara o rap como música: encara como partido político, lance social, de protesto. O Racionais não pode ficar preso nisso, meu. Tem que ser livre. O rap é música, antes de qualquer coisa. E música não tem fronteira”, sentencia o DJ. “A gente está fazendo música que vem da alma, de coisas que a gente viu, vê, e vive. ‘Mulher Elétrica’, por exemplo, é um puta som. É só você ouvir a música, a produção, a rima, a ideia. E os caras falam que a música é comercial, que o Racionais se corrompeu... Pelo amor de Deus.”

Nada de arrastar multidões

Querendo ou não, o Racionais é farol no cenário nacional e, influente, dita tendências sempre que libera um trabalho novo. Essa responsabilidade, no entanto, parece não passar pela cabeça do quarteto na hora de compor. O objetivo, KL Jay insiste, é não dever nada para ninguém e, desse jeito, poder falar o que quiser.


“Não podemos ter essa preocupação [com a responsabilidade] porque temos que ser livres. A gente não quer ficar arrastando multidões, embora isso aconteça. Acho que é muito mais uma questão de querer ser livre, de fazer o que você quer e quebrar barreiras. Podia ser como lá fora, pelo menos uma parte, porque lá os caras não têm de medo de falar de mulher, sexo, drogas, armas, de tudo. Por isso que é forte demais, e eles fazem shows no mundo inteiro. É liberdade de expressão mesmo.”

A cargo de Brown e Edy Rock, as letras do disco, segundo KL Jay, só ficam melhores – “eles estão muito na frente, talvez por isso sejam mal compreendidos”. Boa parte das bases já está gravada e segue um padrão de produção que, ao mesmo tempo em que é mundial, tem espírito brasileiro. O DJ tenta explicar: “É um tribal, um tambor que você não ouve, mas sabe que está lá na música. Uma coisa do Brasil mesmo, do samba com o candomblé com a batida do rap, misturados. É um som minimalista, agressivo, dançante, mas com sentimento também”. Wilian Magalhães, filho de Oberdan Magalhães, da Banda Black Rio, participa do time de produtores. Isso quer dizer esse disco pode ser mais dançante do que os outros? “Ele está muito funk anos 1970, BPM mais rápido. Funkão monstro.”

Tanto tempo sem lançar um álbum deixou o grupo com um repertório “monstro” também: até agora, são mais ou menos 30 músicas prontas. Mas, ao contrário de Nada Como Um Dia Após o Outro Dia, nem tudo não vai ser lançado na mesma época. “Comercialmente é difícil lançar um disco duplo. Fica mais caro, mais difícil de vender e somos os donos da gravadora [Cosa Nostra]. Estamos pensando em lançar discos mais rápido, talvez um agora com 10 faixas e outro no ano que vem com mais 10.” Se até o Racionais está preocupado com a indústria fonográfica, alguma coisa de fato está prestes a acontecer. Difícil vai ser segurar a ansiedade.

Fonte: Loko do Cerrado 

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Projeto D´Áfricas Hip-Hop



Salve Rappa, dia 27 desse mês ,Vai rola mas um Projeto D´Áfricas Hip-Hop e contara com o Grupo: Opanijé e com os convidados : Suspeito 1-2,  DJ Márcio Cannbal da ErÊ jittolú e DJ Edilson do elemento x tocando Miami bass, o local é o mesmo Bar Sankofa ,Pelourinho,  Horario :19:00. Valor 2,00 R$ Apenas . Vamos colar ai  nesse evento. tá barato de mas pra curti um Rap do bom.




Muita Pazz...


domingo, 23 de maio de 2010

Projeto Passar livros




Salve Salve Família ! Venho pede a atenção de todos sobre um projeto Que estamos trazendo pra Salvador chamado“Passar Livros” esse Projeto já vêem sendo realizado em Poços de Caldas MG, por Ângela pedagoga e Jéssica Balbino Jornalista, A idéia é distribuir os livros nas praças e ruas centrais e dar a cada um a responsabilidade de fazer as histórias continuarem a circular... Pedimos a colaboração de todos Que possua livros em bons estados, que Faça Doação, Qualquer ajuda já está de Bom tamanho, 



Danilo Henrique : Blog (Literatude) http://daniloliteratude.blogspot.com/

Tel:   (71)8602-1510 ,
E-mail:  danilo_creze@hotmail.com

Léo de Morais: Blog- (Olha onde a favela chegou )
Tel: (71)8636-3239,9155-8919E-mail: leo-moraes15@hotmail.com



Muito Obrigado!!


Muita Paz !!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

MINHA QUEBRADA (Clipe)



Salve Salve Minha Família !, Foi lancado por esses dias o Clipe "Minha Quebrada" Do Parceiro Rilk Mc lá de Portão, ele que é dono da  Triplice Hip-Hop, o Moleque tém o Dom mesmo,Confere ai o Clipe ...Firmeza ?, É nós ...


Valeu ? Muita Pazz..

quinta-feira, 20 de maio de 2010

RAPadura





Fita Embolada do Engenho (2010)

01 Fita Embolada do Engenho
02 Amor Popular 2
03 É Docê Mas Num é Mole
04 Moça Namoradeira
05 Tu e Eu - Sinopse
06 Rima Junina
07 Maracatu de Cá Pra Lá
08 Norte Nordeste me Veste

A fila da tristeza.


- Acorda batista!
- O que é mulher? mi deixa...
- Ta ouvindo não homem, tiros!

Esse foi o despertar de Ligia nesta terça feira, ela muito assustada levanta e começa a arrumar a coisas para o café.
Batista logo levanta e vai à porta ver se já acalmou as coisas lá fora.

- Que porra é essa! Ta virando rotina, semana passada foi a mesma coisa.
- Calma homem! Não se estressa, olha sua saúde velho.
- haa! Que nada todo hora isso, fico revoltado com a violência nesse pais!
- Olha daqui a pouco estou saindo, vou ao banco resolver o problema da sua documentação para começar a receber o beneficio.
- Certo qualquer coisa mi liga, que troco de roupa e subo, é aqui perto não tem problema não.
- Então vê se não dormi, porque você só fica deitado nesse sofá.

Ligia se arruma e logo sai com destino ao banco, a andar pela rua ver as marcas de sangue, e logo fica sabendo que foi briga em que um rapaz ate conhecido no bairro foi baleado por causa de uma garota que mantinha um caso.
O marido descobriu e foi fazer uma visita ao carinha, logo que o encontrou na rua mandou bala no intruso.
A senhora segui simpática e sorridente, quando chega perto do banco, toma um baque. Uma fila enorme e desorganizada.
Acomoda-se entre o pessoal e encontra com uma vizinha que comenta sobre o tiroteio do começo da manha.

- A policia ta atrás do homem que atirou e dizem que ele ainda ta no entorno do bairro.
- Menina é mesmo?
- Fiquei sabendo que descobriu o caso da mulher, e foi atrás do Gilson.
- haaa! foi o Gilson? Vixi mas aquele gostava de tomar a mulher dos outros, ele morreu?
- Dizem que esta jogado no Hospital geral do Estado, ta na fila na espera de um leito, e a situação dele é grave.
- humm! Aquele hospital é uma merda, ele ali vai morrer, o governo abandonou aquele lugar.
- Complicado Ligia.

O tempo não para, mas o fila continua sem andar, causando muita irritação.

- Porra alguns dias atrás fui no INSS, peguei uma fila miserável, pau pra todo lado e não resolvi nada, tive que ir na outra semana peguei outra fila, ai que consegui ser atendida, agora mais essa imensa e desorganizada.
- E o Gilson naquela fila lá do HGE, ta no chão morrendo.
- Que pais é esse! Tudo demorado e na base da fila.

Enquanto dona Ligia resmungava, ouvi- se barulho de tiro, logo a fila se desfaz, quando percebem que é o atirador de Gilson trocando bala com a policia.
Quando Ligia tenta correr, é feita de refém pelo rapaz que resiste a prisão.
Começa uma árdua negociação entre uma policia mal preparada e o atirador.

- Solte a senhora ela não tem nada haver com seu problema!
- Não vocês vão me matar.
- Ninguém vai te matar rapaz.

A senhora com o desespero estampado no rosto chora e pensa, “A morte não pega fila para penetrar no destino de uma pessoa”. Com seu rosto enrugado e adubado por lagrimas, não consegui conter o medo.
A negociação já dura algumas horas e nada se resolve, a tenção aumenta a cada instante.
O bandido não mostra disposição para se entregar. Batista no local começa a ter sentimento de culpa “ Se não tivesse vindo para resolver meus problemas, não estaria passando por essa situação”.
A oração já era repetida, o silencio, só não predomina por causa da negociação.

Quando ouvi-se um tiro. Agora o silencio encobriu por algum momento aquele lugar e o corpo da senhora como uma flor rejeitada cai no chão.
O tiro parte de um policial, que achou naquele momento que o rapaz estava em sua mira. Logo matam o atirador.
Começou o corre, levaram a senhora para o mesmo hospital em que já se encontrava o Gilson.
Entretanto não tem vaga e ela tem que pegar mais uma fila, agora por sua vida.
Batista em desespero grita:
- Meu Deus! É minha mulher, ela precisa de ajuda...

Mas o pedido não é ouvido, e aquela senhora que por tantas filas passara, morre como um animal abatido para alimentação.
Quantas filas existentes, quantas dificuldades existentes? A morte realmente não pegou fila para apanha essa mulher, que por duas vezes passou numa fila naquele dia, e agora sua alma se esconde também em uma fila, de mortes injustas.
Batista, mergulha numa fila de pessoas entregues na tristeza.
Ta com a primeira ficha, carregada em lagrimas, tristeza, lembranças e saudades. E a dor da injustiça logo atrás. 

Por: Danilo Henrique !

terça-feira, 18 de maio de 2010

KL JAY Falando umas verdades ....



Salve Família, Achei esse vídeo na net onde  Kl JAY Manda umas idéias e fala algumas verdades, é antigo, mas está valendo Curte ai...


Valeu Pazz...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Olha onde a Favela chegou entrevistou o grupo "A febre"


O Blog “Olha Onde a Favela Chegou”, trás essa semana um bate-papo com um dos grupos de maior destaque na cena do rap soteropolitano, A Febre. Grupo que reside no bairro da Boca do Rio, e que vem se destacando no cenário local não só pelas boas letras, mas como também por suas produções e profissionalismo. Afinal esse é o caminho, logo abaixo, as idéias do grupo A Febre… boa leitura!!!

  
Olha Onde a Favela Chegou- Qual a origem do nome, A Febre?

Siba e DR: Salve rapa de Onde a favela chegou: um dia eu Siba, Fúria, DR e DJ Naldo nos reunirmos na minha casa e terminamos com os grupos que fazíamos parte sejam eles: (Provérbio final, PJC e Pivô do Caos) e entre vários nomes decidimos colocar este que pra nós seria uma forma de dizer que a nossa chegada seria imponente e não seriamos apenas mais um grupo de rap de salvador que se forma e acaba como tantos outros, nosso intuito é de nos profissionalizarmos e viver daquilo que acreditamos que é a musica rap. Nossa intenção com esse nome A Febre é de chegarmos na vida das pessoas como uma epidemia, um vírus que se alastra recheado de auto-estima coisas positivas e boas intenções lógico.
 
Olha Onde a Favela Chegou- Qual o nome dos integrantes, vulgo e idade?
DR: kkk esquece doidão
Siba: Quem souber morre rsrs...
DJ Naldo: Deixa quieto!
Fúria 1: deixa no mistério
 
Olha Onde a Favela Chegou- Contem-nos um pouco da trajetória de vocês, como e quando conheceram o Hip Hop?

DR: conheci o rap através de um amigo de escola que mim emprestou uma fita k7, ele sempre falava comigo do rap, mas por ignorância minha eu achava que era outro ritmo e mim recusava escutar, mas graças a Deus ele continuou insistindo e hoje agradeço por ter escutado o meu primeiro rap do grupo Cirurgia Moral que falava assim: vai vai mata ele cara tem que ser agora...... ai percebi que o cara falava da realidade que muitos no gueto sonhava apesar de ser negativa ....escrevi minha primeira rima pra um concurso na escola que estudava  e entre cinqüenta escolas ganhei em primeiro lugar daí pra frente não parei mais e hoje sou A Febre que se alastra..

Olha Onde a Favela Chegou- O Rap, e o Hip Hop, como vocês vêem a situação do mercado atualmente, vocês acham que está onde deveria, ou está faltando algo?

A Febre: O mercado ta bom, ele ta pedindo coisas inovadoras, não é à-toa que em apenas um mês nós vendemos quase 1000 copias de cd aqui no nosso bairro. Acho que o que falta aos grupos é produtores que invistam no rap. Ai sim iriam enxergar que o mercado do hip hop é como qualquer um outro, e acreditamos que iriam nos enxergar como músicos. Precisamos produzir coisas novas e apresentá-las ao publico e não ficar esperando uma produção salvadora como a Warner e a Sony music, temos que criar nossas próprias portas pois essas que citei nunca irão se abrir pra nós é o que achamos.
 
 Olha Onde a Favela Chegou- E com essa tecnologia toda, rede social, novos softwares, tem ajudado na correria da divulgação do trabalho do grupo?

DJ Naldo: Da forma mais positiva possível, acho que todo mundo já sabe que o meio de comunicação mais importante e democrático principalmente do hip hop é a internet pelo fato dela chegar a todos, isso é muito importante.
  
Olha Onde a Favela Chegou- Ainda sobre a internet. Com a popularização da mesma, este meio passou a ser o principal meio de comunicação e divulgação do Hip Hop, mas em contrapartida existe a questão da facilidade de baixar o CD de vocês pela Internet, isso os incomoda? Principalmente por ser o primeiro trabalho do grupo?

A Febre: Absolutamente que não, outro dia um camelô que trabalha com cd aqui nas áreas, também curte um rap comprou nosso cd e reproduziu 100 copias pirata e desceu para o imbui tocando nossas musicas em sua barraca móvel. O resultado é que ele vendeu todas as 100 copias no mesmo dia e isso não nos incomodou nem um pouco, porque muitas vezes não teríamos condições de chegarmos até as pessoas de outros estados e assim a internet faz o seu papel positivo para os músicos.
Fúria 1 Se depender de mim os piratas ficam ricos vendendo o nosso CD.
 


Olha Onde a Favela Chegou- Quais as principais influências dentro e fora do Rap para às composições das letras de vocês?

A Febre: a nossa inspiração pra escrever uma musica vem do dia a dia, o que passamos, o que sentimos e o que vemos, gostamos muito de escrever assim por que é real e verdadeiro. E as influencias vem do rap nacional mesmo
 
Olha Onde a Favela Chegou- Gostam de ler, se gostam, qual o último livro que leram, e qual vocês acham que todas as pessoas deveriam ler?

DR: sim, Fúria 1 gosto muito de ler e o ultimo livro que li foi a sociedade do código de barras do rapper Preto Ghoéz do Clã Nordestino que nos deixou em 2004 e pra mim é uma grande inspiração e indico pra que as pessoas leiam é um livro muito bom

Olha Onde a Favela Chegou- Cada dia surge um escândalo novo na política, um recente foi aquele que gravaram alguns deputados em Brasília colocando dinheiro na meia, nos bolsos do palitó, e na cueca. Com tantos políticos que eram para estar trabalhando pelo povo, mas só pensam no próprio lucro, vocês acreditam que o Brasil pode algum dia vir a ser um país com melhores condições de saúde, habitação, educação e cultura?

DJ Naldo: Acredito que sim, tem que acreditar. Sabemos que esse problema de corrupção na política ta bem longe de ser resolvido porque nunca são esclarecidos, e isso não vai acontecer porque são as leis que eles mesmo escrevem para se proteger, até algum tempo tivemos um governador que estava preso, mas não demorou e já está solto novamente e provavelmente vai tentar retomar sua carreira política, agora só depende do povo em cuidar pra que ele não cometa os mesmos erros que tenho certeza, se voltar a exercer algum cargo publico voltará a fazer a mesma coisa descaradamente.

Olha Onde a Favela Chegou- No cenário Rap, quem vocês destacariam no momento? E em outros estilos musicais, quais seriam os destaques atuais pra vocês?

A Febre: Realidade Cruel, Inquérito e A Febre kk. E em outros estilos vejo várias bandas, Exalta Samba, Sorriso maroto, Maria Gadú, Seu Jorge e outros.

Olha Onde a Favela Chegou- Está vai direcionada pra Link, a única integrante feminina do grupo. Quais foram as principais dificuldades que você sentiu no começo da sua carreira dentro do RAP por ser mulher? E essas dificuldades já foram superadas ou ainda ocorrem?

Link: Quando iniciei, já imaginava que iria lidar com o preconceito. Que infelizmente por ser veterano se tornou algo "normal”, principalmente dentro do RAP, por ele ser um movimento em que os homens são maioria. Quando digo "canto RAP",quase todo mundo desacredita. Discriminação e críticas sempre existiram e, pra ser realista,
vão sempre existir. Críticas muitas vezes podem ter seu lado positivo,quando são pra instruir (o que é raro) ,não pra descriminar. Outra dificuldade enfrentada por mim é relacionada á idade.Meu primeiro show foi quando eu fazia parte do Expressão Fatal,grupo de RAP feminino da Boca Do Rio ,foi no Colégio João Pedro em Cosme de Farias em 2007.Eu tinha 11 anos na época , hoje tenho 13 (o que também quase, ou todo mundo desacredita).
O que cabe á nós mulheres do movimento Hip-Hop, de um modo geral, é combater o preconceito e mostrar pra quê viemos. Acreditem, porque funciona (não generalizando, mas os machistas são maioria); isso serve pra todas: B.Girls,MC`s ,DJ`s e Grafiteiros. Experiência própria!Tomando essa atitude, as dificuldades relacionadas á discriminação dentro do movimento, são sim superadas e a partir disso, há respeito por parte deles.
 

Olha Onde a Favela Chegou- Sabemos que vocês foram todos integrantes de grupos diferentes. Como foi essa união que resultou no grupo A Febre, como aconteceu?

A Febre: Essa junção estava escrito nas estrelas e se concretizou porque a gente sempre teve um intuito de vencer no rap, mas aonde a gente se encontrava estava difícil porque uma andorinha só não faz verão então a gente já fazia um trampo antes da Febre que era o evento Boca do Rap considerado o melhor evento de rap de salvador, então como um já conhecia muito bem o estilo do outro não encontramos dificuldades.

Olha Onde a Favela Chegou- Qual o som do grupo que vocês mais gostam e qual menos gostam?

A Febre: gostamos de todas cada uma pra cada situação.
 
 Olha Onde a Favela Chegou- Que mensagem vocês deixam para os novos grupos que estão começando agora e já tem vocês como inspiração?

A Febre: Achamos que eles já começaram no caminho certo rs, mas nada é fácil se estiverem dispostos a superar todos os obstáculos que virão, vão evoluir e conseqüentemente terão seus trabalhos reconhecidos.
 
Olha Onde a Favela Chegou- Essa música “Por Amor a Deus e a Favela”, que é o titulo do CD. Qual a mensagem que vocês querem transmitir através dela?

A Febre: Por Amor a Deus a Família e a Favela não é uma música é o titulo do cd nós falamos sobre o titulo na música eu não posso desistir. Que como o próprio titulo da musica já trata nos falamos de perseverança, falamos pros moleques que se eles entrarem no crime o Maximo que vão conseguir é uma foto no ATARDE ou uma entrevista no balanço geral e ser ridicularizados pela mídia ou até mesmo acabar morto numa operação policial que eles gravam. Mas a mensagem que passamos por traz de tudo isso é que por mais difícil que seja a situação não devemos nos entregar e vencer de maneira digna.
E sobre o titulo: Por Amor a Deus: Porque devemos tudo ao senhor e sempre vai estar em 1º lugar em nossas vidas, A Família: porque sempre acreditou no nosso trabalho e a primeira conquista foi em casa, e a Favela: porque é a maioria, das crianças e os idosos que nos acolheram de uma forma fora do comum.

Olha Onde a Favela Chegou- Onde vocês pretendem chegar, profissionalmente falando?

A Febre: Sendo sincero irmão, quem dera que nossas musicas chegasse em todo gueto desse nosso Brasil, que fossemos aceitos por todos como músicos ai sim o resto seria com nós. Sobreviver com a música é onde pretendemos chegar

Olha Onde a Favela Chegou- Essa vai para o parceiro Preto DR, em um trecho de uma de suas letras, você fala a seguinte frase “Eu não estou perdido rapaz, já me encontrei faz tempo", muito interessante essa frase, que idéia você quis transmitir nessa frase?

 DR: Tem muitas pessoas perdidas ainda sem saber a verdadeira historia, de onde vieram,o que querem de suas vidas e quem são .Por exemplo: eu tenho a pele clara mas isso não significa que eu sou “branco legitimo” como dizem por ai, meu sobrenome é silva santos e eu sei o que significa ,eu sou remanescente dos escravos também , ou seja, o que sobrou dos escravos só não aceito ser um e sei o que quero pra minha vida, tenho um propósito e com fé em Deus vou cumpri-lo 

Olha Onde a Favela Chegou- Primeiro CD de vocês, como foi essa correria para colocar o disco na rua, foi muito difícil ou vocês tiveram apoio de algum patrocínio?

A Febre: Foi complicado, mas tivermos apoio da CMA, de um amigo aqui chamado Binho que conversou com um fotografo profissional pra tirar as fotos,o pai de DR  também que emprestou uma grana, o tecladista de Claudia leite que gravou nosso cd deu uma força também cobrando um preço mais em conta pro grupo e o resto foi por nossa conta
 

19– Olha Onde a Favela Chegou- Como foi o processo para selecionar as músicas que iriam fazer parte do repertório do disco?

A Febre: rapaz foi complicado porque entre 50 letras você tirar 13 pra um cd é louco e conseqüentemente eliminar o restante pra sempre, porque não faz parte da proposta do grupo.
 
20– Olha Onde a Favela Chegou- O bairro da Boca do Rio sempre se destacou no rap soteropolitano, vocês tem algum núcleo de Hip Hop organizado, alguma Posse ou algo do tipo na quebrada de vocês?

A Febre: Não temos vínculos nenhum com posses porque acreditamos que o hip hop não tem dono e muitas vezes as posses dividem o hip hop apesar de terem seu lado positivo também. Mas nossa intenção é de fazer som com qualquer um e com a intenção de somar
 
Olha Onde a Favela Chegou- O evento “Boca do Rap” que é organizado por vocês anda meio parado, tem previsão para o retorno desse evento, pois já fazia parte do calendário do Hip Hop de Salvador? 

A Febre: Na verdade nós paramos por causa da gravação do cd tava muito complicado organizar o evento e cuidar da gravação. Muita gente pergunta isso pra nós, principalmente se o evento acabou vamos aproveitar pra já responder que NÃO estamos já planejando algo ainda pra este ano o Boca do Rap voltar teremos novidades em breve é só o publico ficar ligado.

Olha Onde a Favela Chegou- Podemos afirmar hoje em dia que a internet é a mídia oficial do Hip Hop brasileiro, mas nem sempre foi assim. Porém também não podemos desprezar o poder de atuação que tem televisão tem. Caso aconteça um convite para aparecer em um programa de TV, o grupo aceitaria?

A Febre: Claro que Sim
 

Olha Onde a Favela Chegou- Deixem o salve pra todos os seus fâs e visitantes do blog e o contato de vocês para quem quiser adquirir o CD  também os contatos para apresentações.

A Febre: Primeiro gostaríamos de parabenizar Paulo e Léo pela iniciativa de criar este blog, acreditamos que são iniciativas como esta que contribuem para o desenvolvimento do Hip Hop. Aos visitantes continuem lendo as postagens porque os caras são feras. Muita paz saúde e um salve para todos. 
  
Contato:(71) 3232-2226

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 Baixe aqui duais Musicas do Grupo.




Valeu !, Siba,Furia-1, Preto DR. Link ,DJ Naldo, ( A febre ) Obrigada Pela atenção, Muito SUCESSOO.... Na caminhada...!!!! 

Tamo Junto...Tamo Junto...

Por: Léo Morais & Paulo Brazil/STN.
Blog: Olha Onde a Favela Chegou.

Muita Paz...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

JB - MULEKE DE ATITUDE - VIDEO CLIPE (OFICIAL)


ÊA essa semana foi lançado o Primeiro vídeo clipe de JB (João Bazilo) .
O video Clipe é da musica "Muleke de Atitude” Do disco “A Cena é Essa com a Produção Musical de Divox e Direção do Clipe Cachorro loko Produções”. O som está da hora a produção ficou ótima saca só..